A pessoa boa, mas não no lugar certo
Quando você, gestor de RH, gerente ou líder de alguma equipe, sentir a necessidade de controlar mais de perto uma pessoa e/ou acompanhar os resultados do seu trabalho, é porque pode ter errado no processo de seleção. As melhores pessoas não precisam ser gerenciadas nem controladas. Orientadas, ensinadas e conduzidas sim, mas não rigidamente controladas.
Vida de Estagiário? Eles estão cansados disto.
A vida de estagiário não é algo fácil. Mesmo sendo uma fase fundamental para o aprendizado do universitário e de aproximação com o mercado de trabalho, não são poucas as empresas que recorrem a estagiários como forma de fugir dos encargos sociais, colocando-os em atividades rotineiras ou de baixo risco para proporcionar um suposto aprendizado do dia-a-dia de uma empresa. Concordo que se gere um aprendizado, mas será que um estagiário é capaz de apenas isto?
O que a Psicologia do Trabalho tem a oferecer ao RH
Comecemos este post a partir de dois pontos de partida: “Transtornos mentais são a 3ª causa de afastamento do trabalho no país”, chamada de uma notícia do site G1, da Globo.com. E a cultura atual do super-trabalhador, que deve apresentar um vasto conjunto de competências e aptidões mentais dispostas para realizar o trabalhado com a maior excelência possível.
Quando o código de conduta informal falha…
Dias atrás, após o clássico do futebol entre São Paulo e Corinthians, o então Diretor Comercial da Locaweb, Alex Glikas, fez algumas infelizes declarações através de seu twitter, insultando os torcedores sãopaulinos. O desfecho da história todos já conhecem, o executivo foi demitido e a empresa obrigada a publicar um pedido de desculpas. A postura da Locaweb foi a esperada por grande parte do público e mídia, além das desculpas, a empresa ainda declarou que irá adotar medidas que normatizem a conduta de sua equipe em redes sociais. Mas é preciso que algo deste gênero aconteça para que se tomem providências?
Modismos corporativos: será que a minha empresa precisa de tudo isso?
Falar em modismos corporativos não é nenhuma novidade, afinal são inúmeras as práticas que se disseminam em grandes empresas e, normalmente através de empresas de consultoria, acabam sendo replicadas ou adaptadas às realidades de organizações de médio ou pequeno porte. Estes modismos, na maioria das vezes, acabam criando processos burocráticos e com grande quantidade de informações, imprescindíveis no dia-a-dia de uma multinacional, mas que podem acabar atrapalhando a gestão de um empreendedor que possui menor estrutura.